NeuroLiderança

O termo foi cunhado pelo australiano David Rock, o mentor da metodologia Neurocoaching® e fundador do NeuroLeadership Institute. A valência do conhecimento científico do cérebro humano proporcionou a criação de um conjunto modelos de interação intra e inter pessoal que objetivam a maximização da eficácia e a eficiência de funções típicas de um lider como tomada de decisão, resolução de problemas, operações sob pressão, condução de recursos humanos.

img8Segundo a Neuroleadership, a neuroliderança é um campo de estudos e de pesquisas que combina princípios do funcionamento do cérebro humano (fruto de pesquisas neurocientíficas) com as práticas de gestão de recursos humanos, desenvolvimento de competências de liderança, educação e formação, entre outros.

Para entender os princípios da neuroliderança, é necessário, numa primeira fase, entender alguns componentes base da neuroliderança (Diz, 2010):

1. O cérebro é um sistema de conexões entre neurónios e “memoriza” novas informações, criando novos conjuntos de conexões como circuitos impressos. Aprender, desenvolver soluções para problemas, tomar decisões são atividades que implicam a “memória” de novos circuitos;

2. Nenhum cérebro é igual a outro, apesar de todos serem similares. Ninguém pensa de forma igual a outra pessoa;

3. A operação consciente consome mais energia e é mais lenta que a operação inconsciente. Para poupar energia e trabalhar mais rapidamente, o cérebro prefere trabalhar inconscientemente, de forma automática. Portanto, tem uma forte propenção para automatizar tudo o que pode ser automatizado. A maioria de nossos comportamentos físicos e mentais ocorre sem consciência;

4. A nossa perceção baseia-se quase exclusivamente em circuitos memorizados e usados de forma automática. Tendemos a interpretar a realidade automaticamente em função de nossa experiência e não da própria realidade;

5. É muito mais fácil criar novas conexões e gravar novos circuitos (aprender algo novo), do que apagar um circuito memorizado (desaprender algo). Criar novos hábitos é mais fácil que mudar os velhos;

Conhecendo_o_cerebro_para_dominar_as_emocoes_pc

6. Quanto mais atenção (consciência) se der a um dado circuito de conexões, mais as conexões serão reforçadas (aprofundamento da gravação). A consciência da aprendizagem, reforça-a;

7. A associação de emoção à informação ajuda a aprofundar e reforçar a memória, consolidando as conexões;

8. O cérebro é inerentemente “preguiçoso” e prefere tentar usar o que já sabe, (os circuitos já memorizados), para lidar com qualquer problema, quer ele seja novo ou antigo;

9. O cérebro possui uma capacidade impressionante e natural para desenvolver novas soluções para problemas antigos ou novos (criar novos circuitos), mas o acesso a esta capacidade precisa ser trabalhada e estimulada para que aconteça da melhor forma;

10. A parte do cérebro responsável por processar emoções, é também responsável pelo medo e tem o poder de inibir o funcionamento da parte responsável por encontrar soluções. O acesso à inteligência racional (a que medimos via QI) é regulado pela atividade emocional. Quanto mais amedrontados estamos, menos inteligentes somos.

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