NeuroCities®

As alterações socio-económicas, têm ditado as grandes alterações estruturais dos diversos sectores sociais e económicos do mundo globalizado, o que tem proporcionado nas mais diversas sociedades, quer desenvolvidas quer em vias de desenvolvimento, o surgimento de um novo papel dos territórios, e consequentemente das cidades, desde das grandes áreas metropolitanas, aos locais menos populosos e dos seus agentes ativos.

As cidades enquadram-se atualmente num contexto concorrencial gigante, lutando pela atração de público-alvo como residentes, estudantes, empresas e turistas.

Esse papel dinamizador das cidades exige uma clara estratégia numa óptica do marketing territorial, assumindo o envolvimento dos mais diversos agentes ativos da cidade na sua definição e construção.

Deste modo, a cidade deve ser concebida tal como um produto, capaz de se tornar num elemento atrativo para os residentes, para os investidores e empresas e para os turistas e visitantes, fazendo uso, para o efeito, das ferramentas do marketing estratégico.

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Muitas são as respostas, as dimensões, projetos, atividades ou ainda plataformas, contudo, considera-se que a dimensão emocional deverá ser a base do plano da cidade, quer na gestão, quer no planeamento, quer ainda no design ou comunicação, a denominada de quarta atividade económica – as sensações e emoções.

Essas experiências são fundamentais, sendo que a abordagem deveria consistir na comercialização de experiências, relacionando consumidores com marcas, edifícios, serviços, infraestruturas numa experiência memorável, uma cidade vendedora de emoções. A aplicação de experiências não envolve necessariamente uma presença física, pode simplesmente assentar numa imagem, textura, mensagem, som, sabor, gesto, permitindo uma surpresa pelo estímulo dirigido ao cliente

É fundamental compreender a “experiência” numa dimensão mais profunda, na dimensão do biológica do consumidor, sendo que existe este ponto de convergência no cérebro humano que é necessário entender. O ser humano guia-se, por dois grandes padrões, a recompensa e o evitamento de perda. Neste sentido é necessário preparar uma cidade para estimular estas áreas neurobiológicas, desde do Córtex Orbitofrontal, Núcleo Accumbens, Hipocampo, Hipotálamo, Córtex Pré-Frontal, visando a estimulação dos sentidos, desde da Visão, Olfacto, Paladar, Audição, Propioceção, Termoceção ou ainda o Tato, entre outros sistemas sensoriais

nawlz_city_brain_by_nawlzA resposta surge no conceito de “NeuroCity” – conceito desenvolvido pela ICN Agency (NeuroMarketICN – Intelligence Consumer Neuroscience Agency), agência de Neurociência Aplicada ao Consumo, sediada em Portugal.

O conceito de NeuroCity interliga a neurociência aplicada às cidades, às emoções sociais coletivas e ao comportamento urbano. As “NeuroCities” são desenhadas de modo a estimular áreas neurobiológicas do consumidor visando a promoção do bem-estar, prazer e felicidade.

Quer saber mais?

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©Julien Diogo – ICN Agency 2016

Pode ainda encontrar mais no mais recente livro
“Princípios de Neuromarketing: Neurociência Cognitiva Aplicada ao Consumo, Espaços e Design” (Rodrigues et al., 2015) em http://loja.psicosoma.pt/produtos/1367/princpios-de-neuromarketing-neurocincia-cognitiva-aplicada-ao-consumo-espaos-e-design

Captura de ecrã 2015-11-3, às 17.11.42

 

 

 

 

 

 

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